quarta-feira, 16 de maio de 2018

NOSSO MUNDO INTERIOR: O MAIS FANTÁSTICO MISTÉRIO!



 QUE MISTERIOSO MUNDO... ESSE INTERIOR!

Como desvendar tão grande mistério? Desconhecemos, em nós mesmos,  muitas coisas das quais  julgamos sermos  os maiores conhecedores. Imagens, sons, palavras... um universo rico em memórias guardadas e arquivadas, no seu mais restrito cômodo, fazem de nós, verdadeiros aquisidores de riquezas infinitas... porém, tão desconhecidas.
E somos surpreendidos, momento a momento por uma sensação nova, para a qual nos voltamos com tanta força... e somos reacionários a ela, como se fosse de agora. E essas reações, não raramente, são desproporcionais, ao que de fato acontece. E que tristeza reconhecer que fomos enganados de novo. Como pode, o próprio ser, enganando-se a si mesmo? Parece que até ouvimos, no íntimo de nós mesmos, uma voz que sarcasticamente, nos diz: “ Ah, te peguei de novo!”
É possível que inimigos morem em nós? É possível que dentro de nós, se levante uma batalha? Do bem contra o mal? Do Bonzinho e do perverso? Do que é verdadeiro com o que é falso?


QUE MISTERIOSO MUNDO... ESSE INTERIOR!

Certamente, soa-nos mais fácil, desvendar mistérios fora de nós. Passamos na verdade, muito mais tempo fora, do que dentro. Não  é verdade, que somos adeptos de uma recompensa rápida, ágil e no aqui e agora? Mesmo que seja apenas momentânea?
Preferimos muitas vezes, exercitar  nossos sentidos exteriores, do que os interiores... E passamos a vida inteira investindo nossas forças e energias nesse exercício. Afinal, tocar, olhar, cheirar, sentir... são dons maravilhosos adquiridos em nossa humanidade, pelos quais nos admiramos, e dos quais, não queremos abrir mão. Somos possuidores de uma riqueza insubistituível, no que diz respeito aos nossos sentidos... Mas com o tempo, vamos percebendo, que quanto mais aguçamos os sentidos interiores, mais os exteriores ganham força e sentido. Eis o maior desafio, em nossa vida terrena: empreendermos um caminho interior, sem nos deixar desviar pelas distrações ou atrações externas. Ao mesmo tempo, que tentamos unir externo a interno, ou seja, harmonizar os sentidos exteriores à luz dos sentidos interiores.


Acredito que fazer uma experiência assim, é de fato, encontrar-se com  Deus, é sentir a motivação maior do existir, o sentido da vida, é encontrar a paz interior, a alegria plena, enfim, sentir-se com Jesus, o Deus conosco. Ele é o motivo maior de nossa existência. Nosso maior exemplo de vida em plenitude.

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